DÚVIDAS FREQUENTES
 
 
 
 

A importância de um Sistema de Cabeamento Estruturado (SCE) nas empresas

 

A prática de se instalar de maneira improvisada sistemas de cabos para a interligação de uma rede de computadores sem que seja realizado um planejamento e a observação de técnicas específicas comprova que cerca de 70% dos problemas que ocorrem em uma rede de computadores devem-se a má estruturação do cabeamento e, apesar das inúmeras vantagens que um sistema bem estruturado oferece, no Brasil, ainda é encontrado na maioria das empresas e indústrias um sistema não-estruturado, ou seja, sem planejamento de uma futura expansão do parque de informática.

 

O conceito de cabeamento estruturado teve origem nas instalações dos sistemas telefônicos comerciais e surgiu como uma solução frente ao crescimento e procura por serviços de telecomunicações. O objetivo deste artigo é mostrar que um Sistema de Cabeamento Estruturado (SCE), além de ser implementado com as padronizações vigentes, está preparado para as novas tecnologias e é flexível quanto à expansão ou alterações da rede.Um SCE bem planejado, instalado e administrado de forma padronizada, reduz custos com novas instalações, facilita mudanças, manutenções mais rápidas e seguras permitindo ainda que o sistema esteja disponível para novas aplicações envolvendo voz, dados e imagens. Garantia de desempenho do sistema pela confiabilidade no cabeamento, diminuição de custos de mão-de-obra e de montagem da infra-estrutura, possibilidade de ampliações e alterações para implementações futuras sem perda de flexibilidade, novos serviços para cada usuário, integração de diversas aplicações em um único cabo, possibilidade de uma vida útil maior para o sistema são alguns dos benefícios que uma empresa pode usufruir com um SCE.Um cabeamento padronizado, além de atender aos diversos serviços de dados, de telefonia e outros, independente do fabricante ou tipo de equipamento, agrega outros benefícios como o de solucionar problemas de crescimento do parque de informática da empresa já que o dimensionamento dos pontos de um SCE é baseado na área em m² do local e não pelo número de funcionários atual ou de computadores existentes.

 

Uma rede bem estruturada tem como objetivo fornecer uma base sólida para o bom desempenho da estrutura de rede, visando a longevidade do sistema, eliminando a dispersão de cabos destinados a transmissão dos sinais de dados e controle, não permitindo a mistura com os demais que conduzem eletricidade.Conclui-se então, que um dos maiores benefícios de um Sistema de Cabeamento Estruturado encontra-se na flexibilização dos recursos de conexão oferecidos, como a adequação às novas tecnologias emergentes e também a de ser a solução que oferece uma excelente relação custo/benefício, apesar do valor do projeto e de instalação inicial ser maior, apresenta uma economia a longo prazo se comparada ao cabeamento não estruturado.

 

 

CREA-PR reforça importância da manutenção dos sistemas elétricos

 

Você sabia que as instalações elétricas de um empreendimento têm vida útil aproximada de dez anos? Este aviso é feito pelo engenheiro eletricista Rolf Meyer, do CREA-PR, que relembra ainda que alguns componentes do sistema, como tomada, disjuntor, condutor com sinal de aquecimento ou isolamento danificado devem ser substituídos ou em manutenções cotidianas ou nas preventivas. “De acordo com a boa prática, é necessária uma inspeção anual e manutenção constante, além da substituição de componentes avariados ou não conformes com as normas vigentes”.

 

Este acompanhamento deve ser feito por um eletricista qualificado com a supervisão de um profissional habilitado, que observe as condições mínimas de segurança, com procedimentos adequados e utilização de materiais certificados pelo Inmetro, que determina tipos diferentes de instalação de acordo com o uso do ambiente.Assim, em ambientes onde existe a possibilidade de umidade constante, ou mesmo com pisos molhados – como banheiros, lavanderia, cozinha, garagens, jardins, piscinas e saunas -, as instalações devem ser feitas observando-se as normas vigentes, para maior proteção das pessoas. “Nesses espaços são levados em consideração a questão de proteção contra choques, com o uso de proteções específicas como os DRs, dispositivos de proteção que desarmam o circuito quando alguém toca em alguma parte com tensão elétrica”, explica Meyer.Gerenciando problemas e evitando acidentes.

 

Para evitar acidentes, o engenheiro eletricista recomenda a utilização de fio terra em toda instalação e também de componentes de proteção contra curto-circuito (disjuntor), contra descargas atmosféricas (DPS) e contra choques (DR), bem como de produtos certificados pelo Inmetro como tomadas, condutores, fitas isolantes e quadros de distribuição, entre outros. “Em qualquer intervenção para manutenção ou mesmo na troca de uma simples lâmpada, é preciso estar seguro que o circuito foi desligado no quadro de distribuição e que não há tensão elétrica nos pontos a serem tocados. Além disso, sempre separar os circuitos de tomadas e iluminação”. Quando o morador perceber que algo está errado, deve desligar o circuito defeituoso na caixa de distribuição ou medição e chamar um eletricista qualificado.

 

Alguns defeitos não são visíveis, mas podem ser notados a partir do cheiro de plástico queimado (indica sobreaquecimento nos condutores, tomadas e interruptores), pino de tomada muito quente (indica uma condição de sobrecorrente no componente) ou lâmpadas piscando quando ligados determinados aparelhos (indica uma falha na instalação). “Em todas estas circunstâncias, devem ser tomados cuidados extremos ao mexer na instalação, utilizando sempre e somente mão de obra qualificada”, frisa Meyer.

 

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